quarta-feira, 23 de julho de 2014

KPI Financeiro #2 - Margem de Lucro Líquido



A margem de lucro, margem líquida, margem de lucro líquido ou rácio de lucro líquido,
 todos se referem a uma medida de rentabilidade.

É calculado por encontrar o lucro líquido como porcentagem da receita.

onde líquido Lucro = Receita - Custo

A margem de lucro é calculado com preço de venda (ou receita) tomado como base 100 vezes margem.

Lucro é a percentagem do preço de venda que se transformou em lucro, enquanto que "Percentual de

Lucro" ou "marcação" é a percentagem do preço de custo que se tem como lucro em cima do preço de custo.

Enquanto vendendo alguma coisa deve-se saber qual a porcentagem de lucro que ele vai ficar em um determinado investimento para que as empresas calcular porcentagem de lucro para verificar o que é relação de lucro com base em custos.

A margem de lucro é usado principalmente para a comparação interna. É difícil comparar com precisão a taxa de lucro líquido para diferentes entidades. Modalidades de funcionamento e de financiamento das empresas individuais variam tanto que diferentes entidades são obrigadas a ter diferentes níveis de despesas, de modo que a comparação de um com o outro pode ter pouco significado. A margem de lucro baixa indica uma baixa margem de segurança: maior risco de que um declínio nas vendas irá apagar lucros e resultar em uma perda líquida, ou uma margem negativa.

A margem de lucro é um indicador de estratégias de preços de uma empresa e como ele controla os custos. As diferenças na estratégia competitiva e mix de produtos com que a margem de lucro para variar entre diferentes empresas

Suponha que você comprar algo para 230 dólares
e vendê-lo por US $ 150.
preço de custo = $ 100
preço de venda (receita) = $ 150
Lucro = $ 150 - $ 100 = $ 50
porcentagem de lucro = $ 50 / $ 100 = 50% (lucro como porcentagem do preço de custo)
margem de lucro = $ 50 / $ 150 = 33,33% (lucro como percentual do preço de venda ou receita)

KPI - Key Performance Indicator - Caixa de Ferramentas, parte II á VI


KPI 101
KEY PERFORMANCE INDICATOR – Caixa de Ferramentas
Parte 2 á 6
 



Sobre a importância em Geral do uso de um sistema de KPI já relatei no passado aqui no linkedin ( e no meu blog  http://mhofrichter.blogspot.com.br/ , onde , além de artigos sobre assuntos de Lean Manufacture e de KPI publico vagas para diversas áreas ).

no post

KPI - Caixa de Ferramentas, Parte I de VI

mencionei 18 Indicadores da área financeira – posteriormente irei detalhar um por um em posts separados.

Hoje divulgo mais 57, começando pela área de

CLIENTES:
Net Promoter Score (NPS)

Customer Retention Rate

Customer Satisfaction Index

Customer Profitability Score

Customer Lifetime Value

Customer Turnover Rate

Customer Engagement

Customer Complaints






Mercado e Atividades de Marketing:
Market Growth Rate

Market Share

Brand Equity

Cost per Lead

Conversion Rate

Search Engine Rankings (by keyword) and click-through rate

Page Views and Bounce Rate

Customer Online Engagement Level

Online Share of Voice (OSOV)

Social Networking Footprint

Klout Score

Performance operacional:
Six Sigma Level

Capacity Utilisation Rate (CUR)

Process Waste Level

Order Fulfilment Cycle Time

Delivery In Full, On Time (DIFOT) Rate

Inventory Shrinkage Rate (ISR)

Project Schedule Variance (PSV)

Project Cost Variance (PCV)

Earned Value (EV) Metric

Innovation Pipeline Strength (IPS)

Return on Innovation Investment (ROI2)

Time to Market

First Pass Yield (FPY)

Rework Level

Quality Index

Overall Equipment Effectiveness (OEE)

Process or Machine Downtime Level

First Contact Resolution (FCR)


Funcionários e Performance relacionada:

Human Capital Value Added (HCVA)

Revenue Per Employee

Employee Satisfaction Index

Employee Engagement Level

Staff Advocacy Score

Employee Churn Rate

Average Employee Tenure

Absenteeism Bradford Factor

360-Degree Feedback Score

Salary Competitiveness Ratio (SCR)

Time to Hire

Training Return on Investment

Indicadores ambientais e Performance de sustentabilidade social:
Carbon Footprint

Water Footprint

Energy Consumption

Saving Levels Due to Conservation and Improvement Efforts

Supply Chain Miles

Waste Reduction Rate

Waste Recycling Rate

Product Recycling Rate


Ao longo das próximas semanas, haverá um detalhamento para cada um desses 75 indicadores, com exemplos.

domingo, 20 de julho de 2014

KPI - Caixa de Ferramentas, Parte I de VI

Sobre a importância em Geral do uso de um sistema de KPI já relatei no passado.

Em qualquer caixa de ferramentas, ou gaveteiro de cozinha, consta uma determinada quantidade de utensílios, aguardando a aplicação no casa adequado. Algumas ferramentas usamos com uma frequência maior, outras raramente. Mas independentemente da frequência, cada uma serve para um determinado propósito.
Sou um grande fã ( ou usuário ) da filosofia que a gestão se baseia em 5 pilares:
·       Definir objetivos ( não é tão fácil quanto a gente imagina; particularmente uso sempre a regra SMART – também já divulguei uma explicação á respeito )
·       Controlar ( para isso precisamos um sistema de medição – nada melhor do que os KPI )
·       Desenvolver pessoas
·       Organizar as tarefas ( por exemplo através da Matriz de Eisenhower ) e , acima de tudo
·       Tomar Decisões

Não entendo KPI como assunto de Colecionador, ou seja: colecionar a maior quantidade possível de Ferramentas e expor na caixa para todo mundo ver ) e sim como ferramentas uteis no nosso dia a dia de negócio para alcançar os objetivos necessários.
Há espaço para o tal de MacGyver, que transforma até chiclete em arma nuclear haja a necessidade e reagir a escassez de recursos adequados, mas de tal forma sempre ficaremos na “reação” e “improvisação”, nada que devemos ter como foco no mundo de trabalho.

Não há uma só ferramenta universal, cada caso é um caso, portanto devemos ter dentro da nossa “bagagem” uma caixinha com algumas ferramentas bem afiadas.

No caso dos KPI, vamos desenhar do macro para o micro – ou seja: do quadro geral para o detalhe que nós levará a definir a quantidade necessária e o tipo de cada das ferramentas.

Independendo do ramo da atuação da empresa, do porte, do segmento e da organização, há no mínimo 6 áreas que queremos uma medição constante do desempenho ( neste contexto entenda desempenho como comparação da situação desejada ou necessária com a situação atual real.

Sempre tive excelentes resultados focando em 6 áreas ( não significa que não há mais, mas isto depende as vezes também das prioridades ).

1.      Performance Financeira
2.     Entendimento dos nossos Clientes
3.     Performance do Mercado e das atividades de Marketing
4.     Performance operacional
5.     Indicadores sobre o desempenho dos nossos funcionários e assuntos relacionados
6.     Sustentabilidade social e ambiental da nossa empresa

Com essas categorias, temos como abrangência toda parte externa e interna do nosso negócio – da nossa empresa.
Dependendo da hierarquia, usamos ou mais ou menos ferramentas para medir os devidos desempenhos.

O Gestor, seja ele de uma área ou da empresa como toda, sem dúvida deve ter conhecimento de uma gama de Indicadores das 6 áreas mencionadas e controlar o desempenho frequentemente, alguns por turno, outros por dia, semana, mês etc.
A forma desse controle pode e deve variar, particularmente usei um só chamado Dashboard, compartilhado diariamente na reunião matinal, com os Indicadores mais prioritários ( faturamento, entrega, estoques, acidentes, absenteísmo etc. ) com a finalidade de obter uma imagem da situação e para tomar decisões.
Extraindo dai, a confecção de planos de ação e o acompanhamento semanal ou quinzenal.
No post de hoje, irei citar 18 indicadores da categoria FINANCEIRA e posteriormente explicar 1 por 1.

1. Net Profit
2. Net Profit Margin
3. Gross Profit Margin
4. Operating Profit Margin
5. EBITDA
6. Revenue Growth Rate
7. Total Shareholder Return (TSR)
8. Economic Value Added (EVA)
9. Return on Investment (ROI)
10. Return on Capital Employed (ROCE)
11. Return on Assets (ROA)
12. Return on Equity (ROE)
13. Debt-to-Equity (D/E) Ratio
14. Cash Conversion Cycle (CCC)
15. Working Capital Ratio
16. Operating Expense Ratio (OER)
17. CAPEX to Sales Ratio
18. Price Earnings Ratio (P/E Ratio)


Até 25/7, completarei as categorias 2 á 6.

Feedback........ Todos já ouviram, todos sabem como dar Feedback...... Sabem mesmo ????





Dar feedback é fundamental para melhorar o desempenho de todos na empresa. É também uma forma eficaz de aumentar o interesse e a produtividade de seus colaboradores. Em sua coluna no site Inc., a colunista Margaret Heffernan listou sete dicas valiosas para você aplicar em seu dia a dia. Saiba quais são:
1. O feedback deve ser imediato
Aprenda uma lição com os jogos de vídeo game: conforme joga, a pessoa recebe feedback instantâneo. O seu retorno deve ser dado sempre que possível. Se alguém fez algo criativo em uma reunião, elogie-o publicamente. Isso fará com que o estímulo seja ainda mais marcante.
2. Lembre-se do que seus funcionários fizeram de bom
Não espere por avaliações periódicas de desempenho. Pense em seus colaboradores e pergunte a si mesmo: “O que eles fizeram recentemente que é digno de elogios?” Depois, mande um e-mail ou ligue para eles. Faça disso um hábito.
3. Seja específico
Ouvir a frase “você está fazendo um ótimo trabalho” é legal, mas não tão efetivo, pois não expõe exatamente qual parte do trabalho está sendo bem feita. Por isso, descreva especificamente o que foi digno ou não de elogios. Esse tipo de feedback mostra que o gestor realmente presta atenção no trabalho da sua equipe.
4. Faça recomendações positivas
Na hora de expor os aspectos negativos de um funcionário, não se esqueça de falar o que pode ser feito para melhorar o desempenho. Um feedback negativo sem nenhuma recomendação provoca raiva e frustração, além de desmotivar um funcionário que muitas vezes só precisa de orientação. Na hora de fazer uma crítica, não se esqueça de fazê-la reservadamente: ninguém gosta de ser exposto em público.
5. Só dê feedback de assuntos que realmente importam
Toda avaliação deve dizer respeito à melhoria do trabalho, e apenas a isso. Portanto, comentários sobre cabelos, roupas e perda (ou ganho) de peso não são apropriados para um ambiente profissional.
6. Cuidado com as comparações
Comparações com desempenhos anteriores (“Nossa, você está cada vez melhor nisso!”) ou com concorrentes (“Eles nunca vão ser como nós”) são muito apropriadas. Mas nunca compare um funcionário com outra pessoa da mesma empresa – isso só traz fofoca.
7. Faça seu funcionário confiar em você
Sem feedback, as pessoas se sentem invisíveis. Elas podem pensar que seu gestor simplesmente não liga para o seu trabalho. No entanto, quando as dicas acima são colocadas em prática, o funcionário passa a confiar mais no seu gestor, o que também contribui para um desempenho mais satisfatório.

Vê o artigo na fonte:
http://colunas.revistapegn.globo.com/extrememakeover/2012/05/18/7-dicas-para-dar-feedback-a-seus-funcionarios/