sexta-feira, 28 de novembro de 2014

The Coming Age of Collaboration in the Automotive Industry For automakers, it’s all about brand management The Coming Age of Collaboration in the Automotive Industry For automakers, it’s all about brand management

The global automotive industry is evolving in ways that will result in
suppliers, not the automakers themselves, conducting most of R&D and
production by 2015. Automakers will restrict their production to those
components that are crucial to the success of their brands.
After mass production in the 1920s and lean production in the 1980s, the global automotive
industry is in the midst of another structural evolution, toward collaborative engineering
and production. A recent Mercer Management Consulting study based on industry
interviews, data analysis, and economic modeling concludes that by 2015, automotive suppliers
will represent close to 80% of total value creation in light vehicle engineering and production,
as the dozen automakers restrict their own share to those components and activities that are
crucial to the success of their brands.
The brand image of the car, an emotionally charged product, has become as important as
performance and price for automakers. So automakers will increasingly focus on brand-specific
elements such as concept and design, the customer experience from advertising through the
physical dealership, and related services downstream of the factory gate. Consequently,
automakers will evolve into high-tech brand merchandisers, while suppliers will gradually
take over more engineering and production activities that are unrelated to the brand
experience, such as component manufacturing and assembly.
On the face of it, this shift merely continues the trend toward outsourcing non-core functions.
But because the product is complex, pricing is under pressure from global competition, and
consumer tastes are constantly in flux, many firms in the industry will be increasingly challenged
to generate sustained profitable growth. Our major study (see box on page 94) has led
us to conclude that senior managers will need to adopt new business designs that rely far
more on cooperative ventures with suppliers and other players, even with firms currently
considered competitors. Astute management of the new collaborative networks will be the
overriding challenge for companies that hope to succeed a decade hence.



Read full article:

http://www.oliverwyman.de/deu-insights/MMJ17-AutoIndustryCollab.pdf

terça-feira, 14 de outubro de 2014

Há luz no fim do túnel – Caso Audi, por Marcio Caldellas.

Caros colegas, sou Coach/ Psicólogo/ Headhunter, profissional Sênior, e lamentavelmente percebo diariamente o quanto ainda a maioria das empresas atuantes no Brasil rechaçam e discriminam veladamente profissionais acima de 40 anos, como se fosse sinônimo para invalidez, incapacidade e improdutividade.

Ao longo de minha carreira, sou um dos que luta intensamente por apontar, defender as vantagens e diferenciais dos profissionais seniores, pois tenho convicção, certeza e acredito na liderança, disposição, vitalidade, maturidade e capacidade para obter resultados, com menor custo energético e emocional. Assim, há mais de treze anos venho conseguindo contribuir e obter ainda que timidamente, alguma abertura para re-inserção desses profissionais em seu segmento de atuação em posição de liderança.

Recentemente, fui positivamente surpreendido ao assistir um programa na National Geographic sobre a linha de montagem do Audi R8 na fábrica de Neckarsulm na Alemanha. Tal esportivo de alumínio, de produção artesanal, apenas 15 unidades/ dia, custa no Brasil R$800.000,00 é feito à mão em 80% com 120 “operários”, restando 20% para a Robótica. O ciclo da “concepção” ao “nascimento” de cada R8 dura 8 dias, sendo este momento celebrado pelo orgulho dos profissionais desta fábrica residir na capacidade de entregarem um produto de altíssima qualidade, beirando a perfeição e reconhecido mundialmente.

A melhor parte da história é que está nítido que os Alemães já acordaram para os diferenciais positivos de se contratar, desenvolver e manter equipes de alto nível de qualificação e que são Seniores. Os 120 integrantes da linha de montagem do R8 estão bem acima dos 40 anos e são conhecidos como Platinados, pois todos são grisalhos e a maioria atua a mais de 20 anos na empresa.

Penso que o Brasil já poderia ter aprendido tal lição com a conhecida e rica experiência: (reestruturação – “velha guarda” X “High Potential), fornecida pela Termomecânica, após o falecimento de seu líder – Salvador Arena em Janeiro de 1998.

Caro leitor, o propósito de tal reflexão é deixar claro que os profissionais maduros são tão importantes e necessários quantos os “High Potential” os da Geração X ou Y, mas desde que as empresas entendam e respeitem que, cada qual tem seu próprio papel, espaço e indicação específica em área, segmento e nível hierárquico compatível com sua expertise e vivência.

Continuo acreditando que o atual cenário há de se modificar no sentido de abrir maior espaço aos profissionais maduros, os mesmos que no passado recente fizeram muito pelas empresas em que atuaram e ainda estão em plena condição de continuar contribuído para o sucesso da empresa que o contratará e com o Brasil.

Marcio Caldellas
Psicólogo/ Personal, Career & Executive Coach/ Headhunter

sábado, 6 de setembro de 2014

o que é um RECALL ??



Um recall (do inglês "chamar de volta", traduzido para português como "chamamento"  ou recolha de produto) é uma solicitação de devolução de um lote ou de uma linha inteira de produtos feita pelo fabricante do mesmo. Geralmente, isto ocorre pela descoberta de problemas relativos à segurança do produto.
recall é uma tentativa de limitar a responsabilidade por negligência corporativa (a qual pode motivar severas punições legais) e aprimorar ou evitar danos à publicidade da empresa. Os recalls custam caro para as empresas porque frequentemente envolvem a substituição do produto recolhido ou o pagamento pelos danos causados pelo uso do mesmo, embora possivelmente custem menos do que os custos indiretos que se seguem aos danos à imagem da empresa e a perda de confiança no fabricante.
Recalls são comuns na indústria automobilística, onde um defeito pode causar acidentes graves e mortes no trânsito; porém já há alguns anos tem sido estendidos a outros tipos de produtos, como medicamentos e brinquedos..
As leis de defesa do consumidor de um país devem incluir orientações específicas a respeito de recalls, tais como o custo que o fabricante terá de arcar, situações nas quais o recall é compulsório (por conta da gravidade do problema, como ocorre com medicamentos), ou multas em caso do não cumprimento das exigências. Os recalls também podem ser feitos voluntariamente pelos fabricantes, e nesta hipótese subentende-se que deveriam estar sujeitos às mesmas condições de um recall compulsório. Em alguns países, consumidores que não atenderem a um recall compulsório podem inclusive ser multados.

No Brasil

No Brasil, o recall é normatizado Código de Defesa do Consumidor (Lei 8078/90), artigo 10º, parágrafo 1º.

Além do recall "tradicional", existe outro não obrigatório. É o chamado "recall branco", que não precisa ser comunicado. Ele acontece quando a montadora detecta um defeito que não afeta a segurança. Nestes casos, a substituição dos componentes, que também é feita gratuitamente, acontece quando o consumidor leva o carro até a concessionária para revisão ou algum outro serviço.
+ O proprietário do veículo pode entrar com uma ação de ressarcimento junto à montadora caso tenha pago pelo conserto da peça com defeito antes ou depois da divulgação do recall. Para isso, é preciso guardar comprovantes e notas fiscais.
+ Caso o consumidor já tenha sofrido algum dano em razão do uso de produto defeituoso, deverá recorrer ao Judiciário para pleitear ressarcimento de danos morais e materiais.
+ No Brasil, a questão do recall está prevista no artigo 10 do Código de Defesa do Consumidor. Também consta na Lei Federal 8.078/90.
+ Para evitar que os donos de automóveis não atendam ao chamado das montadoras, o projeto de lei 4637/2012, que está sob análise da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC), prevê o bloqueio do licenciamento de carros com recalls não realizados.
+ De acordo com a Portaria Conjunta 69, do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), as informações referentes às campanhas de recall não atendidas no prazo de um ano, a contar da data de comunicação, constarão do Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo (CRLV).
+ Em abril de 2012, a Comissão de Defesa do Consumidor aprovou proposta que exige que o proprietário do veículo apresente comprovante de atendimento de recall durante a vistoria de transferência da propriedade.
+ Os recalls realizados no país podem ser consultados nos sites do Procon e do Ministério da Justiça. Neles é possível fazer pesquisas por data, modelo, marca e defeito.